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eu, em adonis da páscoa |
Oh lá lá, o conceito grego do ponto.
Um pingo delambido na uretra de Zeus,
O delicioso cateter de Hera.Dracmas em barda: o fantasma na cama.
Deixa-me em água pesada
Este meu bestunto piramidal.
É quase Páscoa e eu nisto - tonto
A pilotar um botão de madrepérola
Que tudo engole e nada regurgita
Maledetto poço sem fundoPor onde se escorrega de Tebas
acabo como mulher-a-dias do Coelho,
a comer as mitras do marau, misto
de esterco e dos anfíbios nós de Portas.
Quem me bate assim a esperteza em castelo?
É quase Páscoa e eis-me a calcular
Quantos zeros cabem à esquerda grega do ponto, Esse imbróglio na minha conta – a defunta.
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